Design da camisola de Cabo Verde para Mundial classificada em 10.º lugar pelo The Athletic
O ranking faz parte da série "Estilo de Jogo", que explora a cultura dos uniformes do Campeonato do Mundo de Futebol.Ao justificar a posição atribuída a Cabo Verde, Miller destacou a originalidade e o significado do design do equipamento nacional."Na maioria das vezes, sou indiferente às histórias por trás dos designs das camisolas de futebol. Muitas vezes, são referências subtis à cultura e às tradições de uma determinada nação; outras vezes, são referências extremamente forçadas, mas, desde que a camisola fique bonita, isso não importa muito", destaca Nick Miller, jornalista do The Athletic.Nick Miller considerou que os padrões triangulares presentes no design, inspirados nas rotas aéreas entre as dez ilhas do arquipélago, constituem uma ideia inteligente, original e com significado.Quanto ao primeiro lugar, Miller destacou a camisola do Gana pela sua forte identidade visual. O jornalista comparou o desenho a uma gigantesca teia de aranha multicolorida, explicando que a inspiração vem do kente, tecido tradicional ganês produzido manualmente.No extremo oposto, último lugar da classificação, ficou a camisola da Croácia. No seu entender, o equipamento parece inacabado, como se alguém tivesse tentado alterar um design já consagrado e desistido a meio do processo.
O ranking faz parte da série "Estilo de Jogo", que explora a cultura dos uniformes do Campeonato do Mundo de Futebol.
Ao justificar a posição atribuída a Cabo Verde, Miller destacou a originalidade e o significado do design do equipamento nacional.
"Na maioria das vezes, sou indiferente às histórias por trás dos designs das camisolas de futebol. Muitas vezes, são referências subtis à cultura e às tradições de uma determinada nação; outras vezes, são referências extremamente forçadas, mas, desde que a camisola fique bonita, isso não importa muito", destaca Nick Miller, jornalista do The Athletic.
Nick Miller considerou que os padrões triangulares presentes no design, inspirados nas rotas aéreas entre as dez ilhas do arquipélago, constituem uma ideia inteligente, original e com significado.
Quanto ao primeiro lugar, Miller destacou a camisola do Gana pela sua forte identidade visual. O jornalista comparou o desenho a uma gigantesca teia de aranha multicolorida, explicando que a inspiração vem do kente, tecido tradicional ganês produzido manualmente.
No extremo oposto, último lugar da classificação, ficou a camisola da Croácia. No seu entender, o equipamento parece inacabado, como se alguém tivesse tentado alterar um design já consagrado e desistido a meio do processo.