Câmara da Ribeira Grande de Santiago avisa que infractores vão pagar demolição de obras ilegais

Em comunicado, a autarquia diz-se preocupado com a ocorrência de construções sem autorização e situações de ocupação indevida de espaços públicos na Cidade Velha, considerando que estas práticas comprometem o ordenamento urbano, a salvaguarda do património e a preservação do sítio histórico enquanto Património Mundial da Humanidade.A Câmara Municipal salienta que a proteção da Cidade Velha constitui uma responsabilidade partilhada entre o município, as instituições e a população, pelo que, a partir de agora, serão adoptadas medidas para impedir novas intervenções urbanísticas que não cumpram os procedimentos legalmente estabelecidos.Segundo a autarquia, sempre que, nos termos da lei, seja determinada a demolição ou remoção de construções, obras, ocupações ou outras intervenções consideradas irregulares, os respectivos encargos serão imputados ao infractor. Estes custos poderão incluir a remoção dos materiais, a limpeza do local e a reposição das condições anteriormente existentes.Relativamente às construções e ocupações irregulares que já existem na Cidade Velha, a Câmara Municipal informa que irá identificar e analisar cada situação individualmente.A avaliação terá em conta a natureza e a localização das intervenções, bem como o seu impacto sobre o património, o espaço público e o ordenamento urbano. A partir dessa análise, serão adoptados os procedimentos considerados adequados a cada caso.A autarquia apela, entretanto, aos residentes, proprietários, operadores económicos e demais interessados para que, antes de iniciarem qualquer obra ou intervenção na Cidade Velha, procurem os serviços municipais competentes.

Câmara da Ribeira Grande de Santiago avisa que infractores vão pagar demolição de obras ilegais

Em comunicado, a autarquia diz-se preocupado com a ocorrência de construções sem autorização e situações de ocupação indevida de espaços públicos na Cidade Velha, considerando que estas práticas comprometem o ordenamento urbano, a salvaguarda do património e a preservação do sítio histórico enquanto Património Mundial da Humanidade.

A Câmara Municipal salienta que a proteção da Cidade Velha constitui uma responsabilidade partilhada entre o município, as instituições e a população, pelo que, a partir de agora, serão adoptadas medidas para impedir novas intervenções urbanísticas que não cumpram os procedimentos legalmente estabelecidos.

Segundo a autarquia, sempre que, nos termos da lei, seja determinada a demolição ou remoção de construções, obras, ocupações ou outras intervenções consideradas irregulares, os respectivos encargos serão imputados ao infractor. Estes custos poderão incluir a remoção dos materiais, a limpeza do local e a reposição das condições anteriormente existentes.

Relativamente às construções e ocupações irregulares que já existem na Cidade Velha, a Câmara Municipal informa que irá identificar e analisar cada situação individualmente.

A avaliação terá em conta a natureza e a localização das intervenções, bem como o seu impacto sobre o património, o espaço público e o ordenamento urbano. A partir dessa análise, serão adoptados os procedimentos considerados adequados a cada caso.

A autarquia apela, entretanto, aos residentes, proprietários, operadores económicos e demais interessados para que, antes de iniciarem qualquer obra ou intervenção na Cidade Velha, procurem os serviços municipais competentes.