PAICV diz que governar é definir prioridades. UCID põe foco nas finanças públicas
Posições expressas na noite de segunda-feira, durante o programa Plenário, da Rádio Morabeza. O MpD faltou ao debate. Num debate sobre o novo Governo e a nova legislatura, o representante do PAICV, Nilton Silva, entende que governar não depende apenas da disponibilidade financeira do Estado, mas também da capacidade de definir prioridades.“É verdade que a gestão de um país tem que ser feita com o rigor das finanças públicas. Mas o que eu posso dizer é que governar em Cabo Verde muitas vezes não é problema de dinheiro, muitas vezes é questão de prioridades. O nosso foco são as pessoas. Foco centrado nas pessoas em vez de centrado em outras prioridades. É a questão de deixar os hospitais sem equipamentos e fazer um monumento de 150 mil contos. É uma questão da prioridade. Só isso”, diz.Do lado da UCID, António Monteiro fez uma leitura positiva do discurso de posse do novo primeiro-ministro, por entender que o chefe do Governo reafirmou compromissos assumidos durante a campanha eleitoral. Ainda assim, garante que vai acompanhar de perto a gestão dos recursos públicos.“E se nós descurarmos um pouco dessa problemática do controlo financeiro, podemos dar um tiro no pé e isto prejudicar não só a imagem de Cabo Verde, mas acima de tudo o não cumprimento das promessas que foi feito pelo PAICV e neste momento o atual governo. O foco que a UCID vai ter que manter aceso no Parlamento e fora do Parlamento é ver como é que as questões financeiras vão ser geridas neste país”, refere.Sobre as reformas necessárias para melhorar a qualidade da democracia, Nilton Silva, do PAICV, aponta como prioridades a reforma do Estado e o recenseamento automático. O representante do PAICV diz ainda haver abertura para consensos com o MpD na eleição dos órgãos externos ao Parlamento.Já a UCID defende que o reforço da democracia passa também por garantir condições e recursos aos partidos legalmente inscritos no Tribunal Constitucional, incluindo os que estão fora do Parlamento.
Posições expressas na noite de segunda-feira, durante o programa Plenário, da Rádio Morabeza. O MpD faltou ao debate. Num debate sobre o novo Governo e a nova legislatura, o representante do PAICV, Nilton Silva, entende que governar não depende apenas da disponibilidade financeira do Estado, mas também da capacidade de definir prioridades.
“É verdade que a gestão de um país tem que ser feita com o rigor das finanças públicas. Mas o que eu posso dizer é que governar em Cabo Verde muitas vezes não é problema de dinheiro, muitas vezes é questão de prioridades. O nosso foco são as pessoas. Foco centrado nas pessoas em vez de centrado em outras prioridades. É a questão de deixar os hospitais sem equipamentos e fazer um monumento de 150 mil contos. É uma questão da prioridade. Só isso”, diz.
Do lado da UCID, António Monteiro fez uma leitura positiva do discurso de posse do novo primeiro-ministro, por entender que o chefe do Governo reafirmou compromissos assumidos durante a campanha eleitoral. Ainda assim, garante que vai acompanhar de perto a gestão dos recursos públicos.
“E se nós descurarmos um pouco dessa problemática do controlo financeiro, podemos dar um tiro no pé e isto prejudicar não só a imagem de Cabo Verde, mas acima de tudo o não cumprimento das promessas que foi feito pelo PAICV e neste momento o atual governo. O foco que a UCID vai ter que manter aceso no Parlamento e fora do Parlamento é ver como é que as questões financeiras vão ser geridas neste país”, refere.
Sobre as reformas necessárias para melhorar a qualidade da democracia, Nilton Silva, do PAICV, aponta como prioridades a reforma do Estado e o recenseamento automático. O representante do PAICV diz ainda haver abertura para consensos com o MpD na eleição dos órgãos externos ao Parlamento.
Já a UCID defende que o reforço da democracia passa também por garantir condições e recursos aos partidos legalmente inscritos no Tribunal Constitucional, incluindo os que estão fora do Parlamento.