Crescimento da economia de Cabo Verde deverá abrandar para 4,7% - BAD
No relatório apresentado esta terça-feira no encontro anual do Grupo, em Brazzaville, o BAD antecipou que se espera “um crescimento moderado” de 4,7% em 2026 e 5,0% em 2027.O Produto Interno Bruto (PIB) cabo-verdiano, em 2026, deverá continuar a ser alicerçado pela “continuação da procura de serviços turísticos e pelo investimento em infraestruturas”, lê-se no relatório.De acordo com a instituição, a inflação permanecerá baixa em 2026 (2,6%) e em 2027 (2,3%). “Após intervenções ativas em 2025, espera-se que o Banco Central adote uma abordagem mais contida nos dois anos seguintes”, apostou a instituição.O saldo da conta corrente deverá ser positivo em 1,1% do PIB em 2026, passando para défice de 1,8% em 2027.Já para o défice prevê o agravamento para 1,3% em 2026 e 1,0% em 2027, “à medida que aumentam as necessidades de investimento público”.O BAD apontou alguns riscos nas projeções do crescimento de 2026 e 2027, “sobretudo relacionados com o contexto desfavorável do comércio mundial, que poderá reduzir o crescimento económico global e afetar economias periféricas”.No relatório "Perspetivas Económicas de África 2026: Mobilizar o Financiamento do Desenvolvimento de África em Grande Escala num Mundo Fragmentado" o BAD prevê que crescimento económico global de África deverá abrandar para 4,2% este ano ou até para 4% se o conflito no Médio Oriente se prolongar.O relatório foi apresentado no encontro anual do Grupo BAD, no qual representantes dos 81 países membros, incluindo chefes de Estado, ministros das Finanças, ministros do Planeamento e governadores de bancos centrais, vão analisar os progressos alcançados ao longo do último ano e os grandes desafios que se avizinham.O lema das reuniões deste ano, que decorrem até sexta-feira na capital da República do Congo, Brazzaville, é "Mobilizar o Financiamento do Desenvolvimento de África em Grande Escala num Mundo Fragmentado".As reuniões deste ano estão a ser marcadas por medidas sanitárias contra o Ébola, que foram reforçadas em Brazzaville, separada da República Democrática do Congo (RDCongo) por um rio, e o próprio formato dos encontros foi alterado, com o Banco a adotar "um formato híbrido, permitindo que todos os delegados participem plenamente nos trabalhos, independentemente das condições de viagem e logísticas".
No relatório apresentado esta terça-feira no encontro anual do Grupo, em Brazzaville, o BAD antecipou que se espera “um crescimento moderado” de 4,7% em 2026 e 5,0% em 2027.
O Produto Interno Bruto (PIB) cabo-verdiano, em 2026, deverá continuar a ser alicerçado pela “continuação da procura de serviços turísticos e pelo investimento em infraestruturas”, lê-se no relatório.
De acordo com a instituição, a inflação permanecerá baixa em 2026 (2,6%) e em 2027 (2,3%).
“Após intervenções ativas em 2025, espera-se que o Banco Central adote uma abordagem mais contida nos dois anos seguintes”, apostou a instituição.
O saldo da conta corrente deverá ser positivo em 1,1% do PIB em 2026, passando para défice de 1,8% em 2027.
Já para o défice prevê o agravamento para 1,3% em 2026 e 1,0% em 2027, “à medida que aumentam as necessidades de investimento público”.
O BAD apontou alguns riscos nas projeções do crescimento de 2026 e 2027, “sobretudo relacionados com o contexto desfavorável do comércio mundial, que poderá reduzir o crescimento económico global e afetar economias periféricas”.
No relatório "Perspetivas Económicas de África 2026: Mobilizar o Financiamento do Desenvolvimento de África em Grande Escala num Mundo Fragmentado" o BAD prevê que crescimento económico global de África deverá abrandar para 4,2% este ano ou até para 4% se o conflito no Médio Oriente se prolongar.
O relatório foi apresentado no encontro anual do Grupo BAD, no qual representantes dos 81 países membros, incluindo chefes de Estado, ministros das Finanças, ministros do Planeamento e governadores de bancos centrais, vão analisar os progressos alcançados ao longo do último ano e os grandes desafios que se avizinham.
O lema das reuniões deste ano, que decorrem até sexta-feira na capital da República do Congo, Brazzaville, é "Mobilizar o Financiamento do Desenvolvimento de África em Grande Escala num Mundo Fragmentado".
As reuniões deste ano estão a ser marcadas por medidas sanitárias contra o Ébola, que foram reforçadas em Brazzaville, separada da República Democrática do Congo (RDCongo) por um rio, e o próprio formato dos encontros foi alterado, com o Banco a adotar "um formato híbrido, permitindo que todos os delegados participem plenamente nos trabalhos, independentemente das condições de viagem e logísticas".