Fogo/Acidente: ECV avalia segurança da estrada entre Chã das Caldeiras e Campanas de Cima
A equipa é constituída por três técnicos e chegou à ilha no final da tarde de terça-feira, 08, chefiada pelo administrador executivo da ECV, José Horta Varela, responsável pela gestão de empreitadas, fiscalização e conservação da rede rodoviária.Durante a missão, que se prolonga até 11 de Setembro, os técnicos deverão contar com a participação de outros especialistas, incluindo elementos do empreiteiro responsável pela execução da obra da construção do troço de estrada, que deverá produzir um relatório independente sobre as condições da via.A missão tem como principal objectivo avaliar as condições atuais da estrada e propor medidas destinadas a reduzir os riscos e reforçar a segurança dos utentes, numa zona marcada por características orográficas particularmente exigentes.Além da avaliação do troço onde ocorreu o acidente que provocou a morte de 25 pessoas e 14 feridos, a equipa da ECV aproveitará a permanência na ilha para realizar uma análise às restantes estradas nacionais do Fogo.A estrada entre Chã das Caldeiras e Campanas de Cima atravessa os municípios de Santa Catarina do Fogo, dos Mosteiros e de São Filipe e foi construída entre 2018 e 2024.O projecto ficou concluído com a inauguração, em 2024, do troço entre Piorno e Campanas de Cima, numa extensão de oito quilómetros.No total, o troço entre Chã das Caldeiras, na zona de Cova Tina, e Campanas de Cima tem 25 quilómetros e representou um investimento superior a 300 mil contos.A construção da via teve como objectivo melhorar o acesso a Chã das Caldeiras pelo noroeste da ilha e contribuir para o desenvolvimento de actividades económicas na região, nomeadamente agricultura, pecuária, turismo e comércio.A avaliação das condições de segurança da estrada surge na sequência do grave acidente que vitimou 25 pessoas e deixou 14 feridos, tornando prioritária a identificação de eventuais factores de risco e a adoção de medidas capazes de prevenir novos acidentes naquele percurso.
A equipa é constituída por três técnicos e chegou à ilha no final da tarde de terça-feira, 08, chefiada pelo administrador executivo da ECV, José Horta Varela, responsável pela gestão de empreitadas, fiscalização e conservação da rede rodoviária.
Durante a missão, que se prolonga até 11 de Setembro, os técnicos deverão contar com a participação de outros especialistas, incluindo elementos do empreiteiro responsável pela execução da obra da construção do troço de estrada, que deverá produzir um relatório independente sobre as condições da via.
A missão tem como principal objectivo avaliar as condições atuais da estrada e propor medidas destinadas a reduzir os riscos e reforçar a segurança dos utentes, numa zona marcada por características orográficas particularmente exigentes.
Além da avaliação do troço onde ocorreu o acidente que provocou a morte de 25 pessoas e 14 feridos, a equipa da ECV aproveitará a permanência na ilha para realizar uma análise às restantes estradas nacionais do Fogo.
A estrada entre Chã das Caldeiras e Campanas de Cima atravessa os municípios de Santa Catarina do Fogo, dos Mosteiros e de São Filipe e foi construída entre 2018 e 2024.
O projecto ficou concluído com a inauguração, em 2024, do troço entre Piorno e Campanas de Cima, numa extensão de oito quilómetros.
No total, o troço entre Chã das Caldeiras, na zona de Cova Tina, e Campanas de Cima tem 25 quilómetros e representou um investimento superior a 300 mil contos.
A construção da via teve como objectivo melhorar o acesso a Chã das Caldeiras pelo noroeste da ilha e contribuir para o desenvolvimento de actividades económicas na região, nomeadamente agricultura, pecuária, turismo e comércio.
A avaliação das condições de segurança da estrada surge na sequência do grave acidente que vitimou 25 pessoas e deixou 14 feridos, tornando prioritária a identificação de eventuais factores de risco e a adoção de medidas capazes de prevenir novos acidentes naquele percurso.