Xi Jinping diz que China e EUA devem ser “parceiros, e não rivais”

Numa mensagem divulgada pela agência de notícias chinesa Xinhua, acrescentou que "os povos chinês e norte-americano mantêm há muito intercâmbios amistosos e os nossos interesses estão estreitamente ligados".As declarações surgiram na véspera das aguardadas conversações entre os líderes da China e dos Estados Unidos, que trocaram um aperto de mão à chegada de Xi Jinping a Washington. As discussões deverão abordar o comércio, a concorrência tecnológica - em particular no domínio da Inteligência Artificial - e o apoio de Pequim ao Irão.O presidente chinês disse também estar "ansioso por manter conversações aprofundadas com o presidente Trump sobre as principais questões relativas às nossas relações bilaterais e à situação mundial", segundo a Xinhua. Os dois países devem "trabalhar em conjunto para promover uma relação estável, tendo a cooperação como principal pilar, a concorrência dentro de limites razoáveis, divergências controláveis e perspetivas pacíficas", afirmou Xi. Numa referência ao lema de Donald Trump, o líder chinês acrescentou que "o grande rejuvenescimento da nação chinesa e o objetivo de tornar a América novamente grandiosa podem perfeitamente avançar lado a lado". Os analistas políticos não esperam avanços significativos na visita, prevendo que esta resulte apenas numa prorrogação da trégua comercial que expira em novembro e num acordo para analisar as ameaças da Inteligência Artificial.O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, esteve ontem reunido com o vice-primeiro-ministro chinês, He Lifeng. Ambos terão concordado em prorrogar até dia 10 de janeiro o acordo que suspendeu a guerra comercial que chegou a contemplar tarifas mútuas que ultrapassavam os 100 por cento (%).Fontes da agência Reuters disseram que as conversações também poderão resultar em acordos para reduzir algumas tarifas, combater o tráfico de droga e alargar o diálogo entre as forças armadas.Trump poderá também procurar a libertação de cidadãos americanos detidos na China. 

Xi Jinping diz que China e EUA devem ser “parceiros, e não rivais”

Numa mensagem divulgada pela agência de notícias chinesa Xinhua, acrescentou que "os povos chinês e norte-americano mantêm há muito intercâmbios amistosos e os nossos interesses estão estreitamente ligados".

As declarações surgiram na véspera das aguardadas conversações entre os líderes da China e dos Estados Unidos, que trocaram um aperto de mão à chegada de Xi Jinping a Washington.

As discussões deverão abordar o comércio, a concorrência tecnológica - em particular no domínio da Inteligência Artificial - e o apoio de Pequim ao Irão.

O presidente chinês disse também estar "ansioso por manter conversações aprofundadas com o presidente Trump sobre as principais questões relativas às nossas relações bilaterais e à situação mundial", segundo a Xinhua.

Os dois países devem "trabalhar em conjunto para promover uma relação estável, tendo a cooperação como principal pilar, a concorrência dentro de limites razoáveis, divergências controláveis e perspetivas pacíficas", afirmou Xi.

Numa referência ao lema de Donald Trump, o líder chinês acrescentou que "o grande rejuvenescimento da nação chinesa e o objetivo de tornar a América novamente grandiosa podem perfeitamente avançar lado a lado".

Os analistas políticos não esperam avanços significativos na visita, prevendo que esta resulte apenas numa prorrogação da trégua comercial que expira em novembro e num acordo para analisar as ameaças da Inteligência Artificial.

O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, esteve ontem reunido com o vice-primeiro-ministro chinês, He Lifeng.

Ambos terão concordado em prorrogar até dia 10 de janeiro o acordo que suspendeu a guerra comercial que chegou a contemplar tarifas mútuas que ultrapassavam os 100 por cento (%).

Fontes da agência Reuters disseram que as conversações também poderão resultar em acordos para reduzir algumas tarifas, combater o tráfico de droga e alargar o diálogo entre as forças armadas.

Trump poderá também procurar a libertação de cidadãos americanos detidos na China.