Amadeo Carvalho estreia-se na feira internacional de arte AKAA, em Paris
Segundo uma nota enviada, trata-se de uma exposição individual e monográfica, numa apresentação curatorial da Casa Vicência dedicada à memória, à identidade e às circulações lusófonas. “Esta participação constitui um novo momento no desenvolvimento do percurso internacional do artista”.As obras foram realizadas com recurso à matéria vulcânica, sob o título “Fragments d’identité – Circulations lusophones, géographies sensibles”. A apresentação reúne um conjunto de obras inéditas da série “Retratos de Ausência” (2025–2026).Nesta mostra, conforme a mesma fonte, Amadeo utiliza uma prática artística caracterizada pela construção de superfícies em camadas e pela utilização de diferentes materiais, incluindo, em várias obras, pigmentos vulcânicos provenientes das ilhas do Fogo, de Santiago e de São Vicente, recolhidos pelo próprio artista.A apresentação de Amadeo Carvalho na AKAA é o primeiro projecto público da Casa Vicência, plataforma curatorial fundada em Paris por Émilie Silva e dedicada à arte contemporânea dos espaços lusófonos.“A partir de uma perspectiva atlântica, a plataforma procura estabelecer ligações entre África, a Europa e as respectivas diásporas, promovendo novas formas de circulação e diálogo em torno da criação artística contemporânea”, sublinha.A presença do artista na AKAA surge na sequência de outras experiências internacionais relevantes para o percurso de Amadeo Carvalho, entre as quais a sua participação na FNB Art Joburg (África do Sul), em 2026, com a galeria THIS IS NOT A WHITE CUBE, e a residência artística na Pacific Northwest College of Art (PNCA), em Portland (Estados Unidos da América).O artista tem igualmente apresentado a sua obra em Cabo Verde, Portugal e noutros contextos internacionais. Em 2024, foi distinguido na Powerlist100 da Bantumen, que destaca as figuras negras mais influentes do mundo lusófono.Radicado em Londres e originário de São Vicente, Amadeo desenvolve uma prática que dialoga com a memória, a identidade e a experiência diaspórica cabo-verdianas, situando-as no contexto mais amplo da arte contemporânea internacional.“A participação na AKAA representa uma oportunidade para coleccionadores, curadores e profissionais do sector conhecerem de perto o seu trabalho, num contexto de encontro entre diferentes geografias e expressões artísticas”, relata a mesma fonte.
Segundo uma nota enviada, trata-se de uma exposição individual e monográfica, numa apresentação curatorial da Casa Vicência dedicada à memória, à identidade e às circulações lusófonas. “Esta participação constitui um novo momento no desenvolvimento do percurso internacional do artista”.
As obras foram realizadas com recurso à matéria vulcânica, sob o título “Fragments d’identité – Circulations lusophones, géographies sensibles”. A apresentação reúne um conjunto de obras inéditas da série “Retratos de Ausência” (2025–2026).
Nesta mostra, conforme a mesma fonte, Amadeo utiliza uma prática artística caracterizada pela construção de superfícies em camadas e pela utilização de diferentes materiais, incluindo, em várias obras, pigmentos vulcânicos provenientes das ilhas do Fogo, de Santiago e de São Vicente, recolhidos pelo próprio artista.
A apresentação de Amadeo Carvalho na AKAA é o primeiro projecto público da Casa Vicência, plataforma curatorial fundada em Paris por Émilie Silva e dedicada à arte contemporânea dos espaços lusófonos.
“A partir de uma perspectiva atlântica, a plataforma procura estabelecer ligações entre África, a Europa e as respectivas diásporas, promovendo novas formas de circulação e diálogo em torno da criação artística contemporânea”, sublinha.
A presença do artista na AKAA surge na sequência de outras experiências internacionais relevantes para o percurso de Amadeo Carvalho, entre as quais a sua participação na FNB Art Joburg (África do Sul), em 2026, com a galeria THIS IS NOT A WHITE CUBE, e a residência artística na Pacific Northwest College of Art (PNCA), em Portland (Estados Unidos da América).
O artista tem igualmente apresentado a sua obra em Cabo Verde, Portugal e noutros contextos internacionais. Em 2024, foi distinguido na Powerlist100 da Bantumen, que destaca as figuras negras mais influentes do mundo lusófono.
Radicado em Londres e originário de São Vicente, Amadeo desenvolve uma prática que dialoga com a memória, a identidade e a experiência diaspórica cabo-verdianas, situando-as no contexto mais amplo da arte contemporânea internacional.
“A participação na AKAA representa uma oportunidade para coleccionadores, curadores e profissionais do sector conhecerem de perto o seu trabalho, num contexto de encontro entre diferentes geografias e expressões artísticas”, relata a mesma fonte.