​“As Marias” de Florizandra Porto lançada em Lisboa

Segundo uma nota enviada, a obra relata as marcas que ficam na pele e na memória, como a violência contra a mulher, constantemente presente nas notícias, que representa apenas uma pequena parte do que acontece dentro de muitas famílias cabo-verdianas.“As Marias acompanham mulheres de diferentes origens, gerações e histórias de vida que, apesar das suas diferenças, carregam um fardo semelhante: a violência, o sofrimento e a necessidade extrema de se reconstruírem”, refere.A mesma fonte indica que a obra caracteriza-se por uma linguagem directa, intensa e sem censura, denunciando situações de feminicídio, violência doméstica e violência sexual.“Mais do que um romance, 'As Marias' surge como um retrato social contemporâneo e um tributo à resiliência feminina. O livro denuncia estruturas de violência e negligência, mas também celebra a capacidade de sobrevivência, luta e reinvenção das mulheres cabo-verdianas”, salienta.O lançamento oficial decorrerá no dia 17 de Maio, em sessão pública com roda de conversa, reunindo leitores, convidados e membros da comunidade cultural. A apresentação contará com a participação de Sona Fati,Patrícia Mosso eIsabel Menezes, e terá lugar no Palácio Baldaya.Natural da cidade de Mindelo, Florizandra Delgado Porto Barros fez os estudos primários e secundários na sua ilha natal. Formou-se em Educação de Infância na Escola de Formação de Professores, Instituto Pedagógico da Praia, e licenciou-se em Ensino Básico, Língua Portuguesa e Estudos Cabo-Verdianos pela UNICV-FAED. Pós-graduada em Gestão e Administração Escolar pela Universidade de Coimbra e mestre em Ensino do Português como Língua Segunda pela Universidade de Santiago, Cabo Verde.É professora de Ensino Básico Obrigatório. Em 2012, foi um dos integrantes do fanzine de poesia e banda desenhada "Banda Poética". Em Junho de 2015, lança a primeira obra literária, o livro infantojuvenil "O melhor amigo".Foi coautora das antologias de histórias carnavalescas e de assombração "Ninguém leva a mal" e "Sexta-feira 13", da editora Sui-generis, Lisboa em 2017.Em 2021, arrebatou o 1º e 3º prémio do Concurso Dramaturgia "Festival de Teatro do Atlântico, TEARTI", Cabo Verde. Em 2024, lançou “Vendedeiras de Prazer”.

​“As Marias” de Florizandra Porto lançada em Lisboa

Segundo uma nota enviada, a obra relata as marcas que ficam na pele e na memória, como a violência contra a mulher, constantemente presente nas notícias, que representa apenas uma pequena parte do que acontece dentro de muitas famílias cabo-verdianas.

As Marias acompanham mulheres de diferentes origens, gerações e histórias de vida que, apesar das suas diferenças, carregam um fardo semelhante: a violência, o sofrimento e a necessidade extrema de se reconstruírem”, refere.

A mesma fonte indica que a obra caracteriza-se por uma linguagem directa, intensa e sem censura, denunciando situações de feminicídio, violência doméstica e violência sexual.

“Mais do que um romance, 'As Marias' surge como um retrato social contemporâneo e um tributo à resiliência feminina. O livro denuncia estruturas de violência e negligência, mas também celebra a capacidade de sobrevivência, luta e reinvenção das mulheres cabo-verdianas”, salienta.

O lançamento oficial decorrerá no dia 17 de Maio, em sessão pública com roda de conversa, reunindo leitores, convidados e membros da comunidade cultural. A apresentação contará com a participação de Sona Fati,Patrícia Mosso eIsabel Menezes, e terá lugar no Palácio Baldaya.

Natural da cidade de Mindelo, Florizandra Delgado Porto Barros fez os estudos primários e secundários na sua ilha natal. Formou-se em Educação de Infância na Escola de Formação de Professores, Instituto Pedagógico da Praia, e licenciou-se em Ensino Básico, Língua Portuguesa e Estudos Cabo-Verdianos pela UNICV-FAED.

Pós-graduada em Gestão e Administração Escolar pela Universidade de Coimbra e mestre em Ensino do Português como Língua Segunda pela Universidade de Santiago, Cabo Verde.

É professora de Ensino Básico Obrigatório. Em 2012, foi um dos integrantes do fanzine de poesia e banda desenhada "Banda Poética". Em Junho de 2015, lança a primeira obra literária, o livro infantojuvenil "O melhor amigo".

Foi coautora das antologias de histórias carnavalescas e de assombração "Ninguém leva a mal" e "Sexta-feira 13", da editora Sui-generis, Lisboa em 2017.

Em 2021, arrebatou o 1º e 3º prémio do Concurso Dramaturgia "Festival de Teatro do Atlântico, TEARTI", Cabo Verde. Em 2024, lançou “Vendedeiras de Prazer”.