Cida Lima apresenta exposição “Cartografia das Travessias” na Cidade da Praia
Segundo uma nota enviada, a mostra apresenta uma série de obras desenvolvidas pela artista a partir de exercícios estéticos que exploram a repetição, a variação e a circulação, tendo na centralidade desta série um profundo estudo dos Ideogramas Africanos, cuja inspiração parte da leitura do livro “Alzira está morta” da antropóloga Goli Guerreiro.Em “Cartografia das Travessias”, Cida Lima constrói um campo visual que nos remete a uma viagem do sertão da Bahia ao outro lado do Atlântico, da memória individual e colectiva. A mesma fonte indica que a exposição reflecte atravessamentos culturais, simbólicos e ancestrais. “A parede expositiva transforma-se num mapa expandido, quase instalação, onde cada obra é pensada como parte de um conjunto maior”. Conforme a mesma fonte, no âmbito desta iniciativa, os quadros apresentados foram doados pela artista, cujo valor arrecadado será destinado a apoiar a implementação de um projecto que se seguirá, de workshop itinerante, de estudo de cor, uma acção pensada para promover a partilha de conhecimento, estimular processos criativos e contribuir para a valorização da prática artística em diferentes comunidades e destinado a jovens artistas, como forma de contribuir para lhes transmitir ferramentas que lhes permitam criar valor através da sua arte. “A exposição afirma-se assim, como compromisso da artista com a arte enquanto gesto de partilha, circulação, formação e transformação social”, salienta.
Segundo uma nota enviada, a mostra apresenta uma série de obras desenvolvidas pela artista a partir de exercícios estéticos que exploram a repetição, a variação e a circulação, tendo na centralidade desta série um profundo estudo dos Ideogramas Africanos, cuja inspiração parte da leitura do livro “Alzira está morta” da antropóloga Goli Guerreiro.
Em “Cartografia das Travessias”, Cida Lima constrói um campo visual que nos remete a uma viagem do sertão da Bahia ao outro lado do Atlântico, da memória individual e colectiva.
A mesma fonte indica que a exposição reflecte atravessamentos culturais, simbólicos e ancestrais. “A parede expositiva transforma-se num mapa expandido, quase instalação, onde cada obra é pensada como parte de um conjunto maior”.
Conforme a mesma fonte, no âmbito desta iniciativa, os quadros apresentados foram doados pela artista, cujo valor arrecadado será destinado a apoiar a implementação de um projecto que se seguirá, de workshop itinerante, de estudo de cor, uma acção pensada para promover a partilha de conhecimento, estimular processos criativos e contribuir para a valorização da prática artística em diferentes comunidades e destinado a jovens artistas, como forma de contribuir para lhes transmitir ferramentas que lhes permitam criar valor através da sua arte.
“A exposição afirma-se assim, como compromisso da artista com a arte enquanto gesto de partilha, circulação, formação e transformação social”, salienta.