Francisco Carvalho indigitado como novo Primeiro-Ministro

“Agora sim, nós vamos trabalhar, porque vamos apresentar um Governo que irá implementar aquilo que vimos defendendo, que é um Cabo Verde para todos”, afirmou, acrescentando que fará a apresentação do Governo em tempo oportuno.Francisco Carvalho ressaltou que teve em conta a competência, o patriotismo, a dedicação, a experiência e outros critérios para a constituição do Governo. Entretanto, não avançou o número de membros que o compõem, garantindo apenas um esforço de contenção.Quanto ao pronunciamento da presidente da UCID em desacordo com a sua indigitação, Francisco Carvalho considerou que, numa democracia, todo o pronunciamento é legítimo, sendo as pessoas livres para emitir juízos. Contudo, disse compreender as razões do fracasso eleitoral da UCID.“Depois de ter ouvido o presidente da UCID, acabei por perceber a razão do seu fracasso eleitoral. Ele é um indicador do tipo de mentalidade que, neste momento, está a dirigir o partido político”, concluiu.Por sua vez, o Presidente da República afirmou que está a cumprir rigorosamente a Constituição da República e a respeitar as boas práticas políticas vigentes em Cabo Verde desde a aprovação da Constituição de 1992.“Estamos aqui a cumprir rigorosamente a Constituição da República, a respeitar as boas práticas políticas existentes em Cabo Verde após a aprovação da Constituição de 1992. Foi sempre assim que aconteceu. E também estamos a criar as condições para que a transição governamental se faça com toda a normalidade no quadro democrático existente no país”, declarou.José Maria Neves considerou ainda que a polémica em torno da indigitação contribui para o reforço da literacia política no país.Segundo o Chefe de Estado, trata-se de uma prática existente desde a entrada em vigor da Constituição de 1992, recordando que também foi indigitado antecipadamente nas três ocasiões em que assumiu as funções de Primeiro-Ministro.Como exemplo, referiu que, em 2001, tomou posse antes da constituição do Governo, na sequência da demissão do então Primeiro-Ministro, Gualberto do Rosário, aceite pelo Presidente da República da época.Nessa ocasião, explicou, foi formado um novo Governo que tomou posse 13 dias antes da constituição do Parlamento, tendo o Presidente delimitado claramente as suas funções, determinando que exercesse apenas funções de gestão até à plena instalação dos novos órgãos resultantes das eleições.

Francisco Carvalho indigitado como novo Primeiro-Ministro

“Agora sim, nós vamos trabalhar, porque vamos apresentar um Governo que irá implementar aquilo que vimos defendendo, que é um Cabo Verde para todos”, afirmou, acrescentando que fará a apresentação do Governo em tempo oportuno.

Francisco Carvalho ressaltou que teve em conta a competência, o patriotismo, a dedicação, a experiência e outros critérios para a constituição do Governo. Entretanto, não avançou o número de membros que o compõem, garantindo apenas um esforço de contenção.

Quanto ao pronunciamento da presidente da UCID em desacordo com a sua indigitação, Francisco Carvalho considerou que, numa democracia, todo o pronunciamento é legítimo, sendo as pessoas livres para emitir juízos. Contudo, disse compreender as razões do fracasso eleitoral da UCID.

“Depois de ter ouvido o presidente da UCID, acabei por perceber a razão do seu fracasso eleitoral. Ele é um indicador do tipo de mentalidade que, neste momento, está a dirigir o partido político”, concluiu.

Por sua vez, o Presidente da República afirmou que está a cumprir rigorosamente a Constituição da República e a respeitar as boas práticas políticas vigentes em Cabo Verde desde a aprovação da Constituição de 1992.

“Estamos aqui a cumprir rigorosamente a Constituição da República, a respeitar as boas práticas políticas existentes em Cabo Verde após a aprovação da Constituição de 1992. Foi sempre assim que aconteceu. E também estamos a criar as condições para que a transição governamental se faça com toda a normalidade no quadro democrático existente no país”, declarou.

José Maria Neves considerou ainda que a polémica em torno da indigitação contribui para o reforço da literacia política no país.

Segundo o Chefe de Estado, trata-se de uma prática existente desde a entrada em vigor da Constituição de 1992, recordando que também foi indigitado antecipadamente nas três ocasiões em que assumiu as funções de Primeiro-Ministro.

Como exemplo, referiu que, em 2001, tomou posse antes da constituição do Governo, na sequência da demissão do então Primeiro-Ministro, Gualberto do Rosário, aceite pelo Presidente da República da época.

Nessa ocasião, explicou, foi formado um novo Governo que tomou posse 13 dias antes da constituição do Parlamento, tendo o Presidente delimitado claramente as suas funções, determinando que exercesse apenas funções de gestão até à plena instalação dos novos órgãos resultantes das eleições.