Cabo Verde reconhecido pela OMS pela actuação na evacuação de pacientes infectados com hanta vírus
Numa publicação feita nas redes sociais, Ulisses Correia e Silva assegurou que Cabo Verde continuará “totalmente disponível para servir o país, proteger a nossa população e colaborar de forma responsável sempre que a situação exigir”.Segundo o chefe do Governo, a operação demonstrou “a capacidade de resposta pronta, rápida e segura” das instituições nacionais, sublinhando o papel desempenhado pelo Serviço Nacional de Saúde, pelo Serviço Nacional de Protecção Civil e pelo Instituto Marítimo e Portuário.“O Serviço Nacional de Saúde, o Serviço Nacional de Protecção Civil e o Instituto Marítimo Portuário estiveram à altura da solicitação feita pelo Director-Geral da OMS, garantindo todas as medidas de protecção sanitária e segurança necessárias”, afirmou.As imagens divulgadas nas redes sociais e por órgãos internacionais mostram profissionais de saúde equipados com fatos de protecção individual a transferirem os pacientes do navio de cruzeiro MV Hondius, fundeado ao largo do Porto da Praia, para embarcações de evacuação e posteriormente para ambulâncias, numa operação marcada por fortes medidas de biossegurança. A evacuação foi realizada em coordenação com a Organização Mundial da Saúde e autoridades internacionais.A OMS classificou o episódio como “grave, mas contido”, referindo que o risco para a saúde pública permanece baixo, embora continue a investigação sobre uma possível transmissão entre pessoas a bordo do cruzeiro.Ulisses Correia e Silva defendeu ainda a necessidade de reforçar a preparação nacional e a cooperação internacional, tendo em conta a posição geoestratégica de Cabo Verde.“Num país com a posição geoestratégica de Cabo Verde, é fundamental continuar a reforçar a preparação e a cooperação, tanto ao nível da saúde pública como da segurança marítima colaborativa. É assim que protegemos o país e fortalecemos a confiança nas nossas capacidades institucionais”, escreveu o primeiro-ministro.
Numa publicação feita nas redes sociais, Ulisses Correia e Silva assegurou que Cabo Verde continuará “totalmente disponível para servir o país, proteger a nossa população e colaborar de forma responsável sempre que a situação exigir”.
Segundo o chefe do Governo, a operação demonstrou “a capacidade de resposta pronta, rápida e segura” das instituições nacionais, sublinhando o papel desempenhado pelo Serviço Nacional de Saúde, pelo Serviço Nacional de Protecção Civil e pelo Instituto Marítimo e Portuário.
“O Serviço Nacional de Saúde, o Serviço Nacional de Protecção Civil e o Instituto Marítimo Portuário estiveram à altura da solicitação feita pelo Director-Geral da OMS, garantindo todas as medidas de protecção sanitária e segurança necessárias”, afirmou.
As imagens divulgadas nas redes sociais e por órgãos internacionais mostram profissionais de saúde equipados com fatos de protecção individual a transferirem os pacientes do navio de cruzeiro MV Hondius, fundeado ao largo do Porto da Praia, para embarcações de evacuação e posteriormente para ambulâncias, numa operação marcada por fortes medidas de biossegurança. A evacuação foi realizada em coordenação com a Organização Mundial da Saúde e autoridades internacionais.
A OMS classificou o episódio como “grave, mas contido”, referindo que o risco para a saúde pública permanece baixo, embora continue a investigação sobre uma possível transmissão entre pessoas a bordo do cruzeiro.
Ulisses Correia e Silva defendeu ainda a necessidade de reforçar a preparação nacional e a cooperação internacional, tendo em conta a posição geoestratégica de Cabo Verde.
“Num país com a posição geoestratégica de Cabo Verde, é fundamental continuar a reforçar a preparação e a cooperação, tanto ao nível da saúde pública como da segurança marítima colaborativa. É assim que protegemos o país e fortalecemos a confiança nas nossas capacidades institucionais”, escreveu o primeiro-ministro.