IMP nega ter ordenado retirada de botes das praias de Quebra Canela e Gamboa
“O IMP não teve conhecimento da existência de qualquer documento formal emitido por qualquer entidade pública que determine a retirada dos botes das praias de Quebra Canela e da Gamboa”, refere a nota do IMP.Perante a circulação destas informações, o Instituto apela à confirmação dos factos junto das entidades competentes antes da sua divulgação, de forma a evitar interpretações que possam gerar preocupação injustificada entre os pescadores e a população.O IMP diz-se disponível para colaborar com todas as entidades competentes na salvaguarda da segurança marítima, na boa gestão dos espaços costeiros e na procura de soluções que conciliem o interesse público com os direitos dos utilizadores.Nos últimos dias, pescadores da cidade da Praia contestaram uma alegada ordem para a retirada dos botes das praias de Quebra Canela e da Gamboa, locais onde tradicionalmente estacionam as embarcações entre as jornadas de pesca. Os profissionais classificaram a suposta medida como desrespeitosa, rejeitaram o espaço alternativo indicado para guardar os botes e apelaram às autoridades para privilegiarem ações de fiscalização em vez da remoção das embarcações.
“O IMP não teve conhecimento da existência de qualquer documento formal emitido por qualquer entidade pública que determine a retirada dos botes das praias de Quebra Canela e da Gamboa”, refere a nota do IMP.
Perante a circulação destas informações, o Instituto apela à confirmação dos factos junto das entidades competentes antes da sua divulgação, de forma a evitar interpretações que possam gerar preocupação injustificada entre os pescadores e a população.
O IMP diz-se disponível para colaborar com todas as entidades competentes na salvaguarda da segurança marítima, na boa gestão dos espaços costeiros e na procura de soluções que conciliem o interesse público com os direitos dos utilizadores.
Nos últimos dias, pescadores da cidade da Praia contestaram uma alegada ordem para a retirada dos botes das praias de Quebra Canela e da Gamboa, locais onde tradicionalmente estacionam as embarcações entre as jornadas de pesca.
Os profissionais classificaram a suposta medida como desrespeitosa, rejeitaram o espaço alternativo indicado para guardar os botes e apelaram às autoridades para privilegiarem ações de fiscalização em vez da remoção das embarcações.
