São Vicente: Dadores de rim falam em "gesto de amor e esperança"
Anilda Lima afirma que a decisão de doar um rim ao irmão representa uma enorme alegria."É uma grande felicidade da minha parte. Pedi a Deus que me ajudasse a ajudar o meu irmão, para que pudesse vê-lo sair daquela máquina [de diálise]. Sei o sofrimento por que ele tem passado, porque sempre o acompanhei. Graças a Deus, conseguimos realizar este grande sonho", afirma.Também Endi Joia destaca o significado emocional da doação e sublinha a importância de poder devolver liberdade e qualidade de vida ao irmão."Fiquei contente por ter tido a oportunidade de dar uma vida melhor ao meu irmão. Quem está na diálise não tem uma vida fácil, é uma prisão. Passam por muito sofrimento. Quando soube que era compatível, senti medo, porque o medo é uma reação normal, mas enchi-me de coragem e vim. Sei que, através deste acto, posso dar-lhe uma vida melhor. Sei que isto é algo novo em Cabo Verde, mas as pessoas não precisam de ter medo. Os médicos avaliam-nos cuidadosamente, informam-nos de tudo e a doação é feita em segurança", destaca.O dador apela ainda às pessoas para “não terem medo” quando existe a possibilidade de ajudar um familiar.Na mesma linha, Tânia Ferro considera que ajudar o irmão foi uma decisão de amor e solidariedade e reforça a importância de confiar nas equipas médicas e nos profissionais de saúde que acompanham todo o processo."As pessoas não precisam de ter medo. É uma cirurgia simples e, desde que haja compatibilidade, devem doar um rim a um familiar que precisa dele para viver, porque é uma sensação inexplicável. Fiquei extremamente feliz por ver o meu irmão agora com a sua vida de volta. Já não precisa de ir às máquinas. Foi uma vitória", diz.Os três dadores de rins envolvidos nos transplantes realizados na passada segunda-feira, em São Vicente, receberam alta hospitalar esta quarta-feira. Os dadores deixaram o hospital apenas 48 horas após a cirurgia, “sem complicações e em bom estado de saúde”.
Anilda Lima afirma que a decisão de doar um rim ao irmão representa uma enorme alegria.
"É uma grande felicidade da minha parte. Pedi a Deus que me ajudasse a ajudar o meu irmão, para que pudesse vê-lo sair daquela máquina [de diálise]. Sei o sofrimento por que ele tem passado, porque sempre o acompanhei. Graças a Deus, conseguimos realizar este grande sonho", afirma.
Também Endi Joia destaca o significado emocional da doação e sublinha a importância de poder devolver liberdade e qualidade de vida ao irmão.
"Fiquei contente por ter tido a oportunidade de dar uma vida melhor ao meu irmão. Quem está na diálise não tem uma vida fácil, é uma prisão. Passam por muito sofrimento. Quando soube que era compatível, senti medo, porque o medo é uma reação normal, mas enchi-me de coragem e vim. Sei que, através deste acto, posso dar-lhe uma vida melhor. Sei que isto é algo novo em Cabo Verde, mas as pessoas não precisam de ter medo. Os médicos avaliam-nos cuidadosamente, informam-nos de tudo e a doação é feita em segurança", destaca.
O dador apela ainda às pessoas para “não terem medo” quando existe a possibilidade de ajudar um familiar.
Na mesma linha, Tânia Ferro considera que ajudar o irmão foi uma decisão de amor e solidariedade e reforça a importância de confiar nas equipas médicas e nos profissionais de saúde que acompanham todo o processo.
"As pessoas não precisam de ter medo. É uma cirurgia simples e, desde que haja compatibilidade, devem doar um rim a um familiar que precisa dele para viver, porque é uma sensação inexplicável. Fiquei extremamente feliz por ver o meu irmão agora com a sua vida de volta. Já não precisa de ir às máquinas. Foi uma vitória", diz.
Os três dadores de rins envolvidos nos transplantes realizados na passada segunda-feira, em São Vicente, receberam alta hospitalar esta quarta-feira. Os dadores deixaram o hospital apenas 48 horas após a cirurgia, “sem complicações e em bom estado de saúde”.