Carla Lima eleita líder parlamentar do PAICV por unanimidade dos deputados do partido
Em declarações à imprensa após o processo eleitoral interno na Assembleia Nacional, na cidade da Praia, Carla Lima disse que a eleição representa “um depósito de confiança” e uma “grande responsabilidade”.Para a deputada, esta confiança demonstrada pelos seus pares não se limita à sua pessoa, mas também à equipa apresentada para a direcção da bancada parlamentar, realçando a diversidade de competências dos membros escolhidos.“Nós tentamos, na formação desta equipa, ter competências várias, poder também escolher pessoas que pudessem representar todo o universo dos deputados eleitos pelo PAICV”, considerou.A direcção da bancada passa a ser composta por cinco elementos, Carla Lima, que preside, João Brito, Anderleia Soares, Ana Paula Santos e Luís Nunes.A líder parlamentar garantiu que o compromisso com Cabo Verde e com os cabo-verdianos “continua a ser a principal orientação da bancada", independentemente da posição política ocupada pelo partido.Carla Lima sublinhou que a nova legislatura deverá ser marcada por “muito trabalho, seriedade e elevação do debate parlamentar”, defendendo que a Assembleia Nacional deve continuar a ser um espaço onde todos os cabo-verdianos se sintam representados.A deputada destacou ainda o papel da bancada do PAICV enquanto maioria parlamentar, salientando que terá “uma função importante” no apoio à governação e na aprovação das reformas legislativas previstas para o novo ciclo político.Sobre os assuntos pendentes da legislatura anterior, nomeadamente a escolha dos titulares dos órgãos externos da Assembleia Nacional, Carla Lima disse que o partido “nunca esteve de costas voltadas para o diálogo”.A mesma disse que integrou anteriormente o grupo de trabalho criado para a selecção dos membros dos órgãos externos, e que existiu algumas situações que impediram o avanço do processo, mas “não foi culpa do PAICV”.Carla Lima sucede agora a Clóvis Silva, eleito em Outubro de 2025, que deixou o cargo para liderar a pasta da Justiça, Presidência do Conselho de Ministros, Assuntos Parlamentares e Comunicação Social.
Em declarações à imprensa após o processo eleitoral interno na Assembleia Nacional, na cidade da Praia, Carla Lima disse que a eleição representa “um depósito de confiança” e uma “grande responsabilidade”.
Para a deputada, esta confiança demonstrada pelos seus pares não se limita à sua pessoa, mas também à equipa apresentada para a direcção da bancada parlamentar, realçando a diversidade de competências dos membros escolhidos.
“Nós tentamos, na formação desta equipa, ter competências várias, poder também escolher pessoas que pudessem representar todo o universo dos deputados eleitos pelo PAICV”, considerou.
A direcção da bancada passa a ser composta por cinco elementos, Carla Lima, que preside, João Brito, Anderleia Soares, Ana Paula Santos e Luís Nunes.
A líder parlamentar garantiu que o compromisso com Cabo Verde e com os cabo-verdianos “continua a ser a principal orientação da bancada", independentemente da posição política ocupada pelo partido.
Carla Lima sublinhou que a nova legislatura deverá ser marcada por “muito trabalho, seriedade e elevação do debate parlamentar”, defendendo que a Assembleia Nacional deve continuar a ser um espaço onde todos os cabo-verdianos se sintam representados.
A deputada destacou ainda o papel da bancada do PAICV enquanto maioria parlamentar, salientando que terá “uma função importante” no apoio à governação e na aprovação das reformas legislativas previstas para o novo ciclo político.
Sobre os assuntos pendentes da legislatura anterior, nomeadamente a escolha dos titulares dos órgãos externos da Assembleia Nacional, Carla Lima disse que o partido “nunca esteve de costas voltadas para o diálogo”.
A mesma disse que integrou anteriormente o grupo de trabalho criado para a selecção dos membros dos órgãos externos, e que existiu algumas situações que impediram o avanço do processo, mas “não foi culpa do PAICV”.
Carla Lima sucede agora a Clóvis Silva, eleito em Outubro de 2025, que deixou o cargo para liderar a pasta da Justiça, Presidência do Conselho de Ministros, Assuntos Parlamentares e Comunicação Social.