Dívida pública desce para 93,3% do PIB no 1.º trimestre

Segundo um comunicado do Ministério das Finanças, o saldo global primário manteve-se positivo, situando-se em 2.556,9 milhões de escudos, o equivalente a 0,8% do PIB.Já o saldo corrente primário atingiu 4.056 milhões de escudos, correspondendo a 1,2% do PIB.“O saldo global primário permaneceu positivo, situando-se em 2.556,9 milhões de CVE (0,8% do PIB), enquanto o saldo corrente primário atingiu 4.056,0 milhões de CVE (1,2% do PIB), demonstrando a continuidade de uma posição fiscal sólida e a geração de poupança corrente para apoiar as prioridades estratégicas do país”, lê-se.Quanto a receita total do Estado, o comunicado indica que cresceu 8,6% no período em análise, representando um aumento de 1.625,2 milhões de escudos face ao mesmo período do ano anterior. O desempenho foi impulsionado sobretudo pelo crescimento de 12% das receitas fiscais.De acordo com o Ministério das Finanças, este aumento resulta do dinamismo da actividade económica, do alargamento da base tributária e do reforço da eficiência da administração fiscal.Do lado da despesa, as despesas correntes aumentaram 14,3%, reflectindo, segundo o Governo, o reforço do financiamento das funções essenciais do Estado e das políticas públicas.Já a execução do investimento público e dos activos não financeiros registou um crescimento de 61,3%, indicador que o executivo associa à aceleração de investimentos em infra-estruturas e projectos estruturantes.O comunicado refere ainda a evolução da dívida pública, cujo rácio desceu para 93,3% do PIB, menos 7,9 pontos percentuais em comparação com o período homólogo.“Destaca-se ainda a melhoria sustentada da posição da dívida pública, cujo rácio se fixou em 93,3% do PIB, representando uma redução de 7,9 pontos percentuais face ao período homólogo, consolidando a trajetória descendente do endividamento e reforçando a credibilidade macrofiscal do país”, consta.

Dívida pública desce para 93,3% do PIB no 1.º trimestre

Segundo um comunicado do Ministério das Finanças, o saldo global primário manteve-se positivo, situando-se em 2.556,9 milhões de escudos, o equivalente a 0,8% do PIB.

Já o saldo corrente primário atingiu 4.056 milhões de escudos, correspondendo a 1,2% do PIB.

“O saldo global primário permaneceu positivo, situando-se em 2.556,9 milhões de CVE (0,8% do PIB), enquanto o saldo corrente primário atingiu 4.056,0 milhões de CVE (1,2% do PIB), demonstrando a continuidade de uma posição fiscal sólida e a geração de poupança corrente para apoiar as prioridades estratégicas do país”, lê-se.

Quanto a receita total do Estado, o comunicado indica que cresceu 8,6% no período em análise, representando um aumento de 1.625,2 milhões de escudos face ao mesmo período do ano anterior.

O desempenho foi impulsionado sobretudo pelo crescimento de 12% das receitas fiscais.

De acordo com o Ministério das Finanças, este aumento resulta do dinamismo da actividade económica, do alargamento da base tributária e do reforço da eficiência da administração fiscal.

Do lado da despesa, as despesas correntes aumentaram 14,3%, reflectindo, segundo o Governo, o reforço do financiamento das funções essenciais do Estado e das políticas públicas.

Já a execução do investimento público e dos activos não financeiros registou um crescimento de 61,3%, indicador que o executivo associa à aceleração de investimentos em infra-estruturas e projectos estruturantes.

O comunicado refere ainda a evolução da dívida pública, cujo rácio desceu para 93,3% do PIB, menos 7,9 pontos percentuais em comparação com o período homólogo.

“Destaca-se ainda a melhoria sustentada da posição da dívida pública, cujo rácio se fixou em 93,3% do PIB, representando uma redução de 7,9 pontos percentuais face ao período homólogo, consolidando a trajetória descendente do endividamento e reforçando a credibilidade macrofiscal do país”, consta.