Edição 1284

Três empates na fase de grupos garantiram aos Tubarões Azuis o apuramento para a fase a eliminar da competição e só com muito esforço a Argentina conseguiu parar Cabo Verde. No domingo, com a chegada dos atletas à capital, a população saiu à rua e festejou.Durante a semana o Primeiro-ministro entregou o Programa de Governo à Presidente da Assembleia Nacional. O documento, a que o Expresso das Ilhas teve acesso, traça a estratégia do governo para a governação a partir de 2026, assume como eixo central a chamada Agenda "Cabo Verde Para Todos", que combina a reforma do Estado, o reforço da Justiça e da Segurança, uma nova agenda económica e um pacote de políticas sociais com destaque para a educação e a saúde. Entre as prioridades anunciadas contam-se ainda medidas concretas para os transportes aéreos e marítimos, apontados como condição de coesão territorial para um país arquipelágico.Para o líder parlamentar do MpD, Luís Carlos Silva, o Programa do Governo privilegia "a construção de uma narrativa política"; em detrimento da definição de prioridades e de soluções concretas para o país, defendendo que o documento deixa por esclarecer como serão financiadas e executadas as principais medidas anunciadas. Já o presidente da UCID, João Santos Luís, “trata-se de um programa ainda excessivamente declarativo, com muitas intenções e poucos compromissos quantificados”.O PAICV, contactado pelo Expresso das Ilhas, remeteu a apreciação do Grupo Parlamentar do PAICV do Programa do Governo para uma data posterior.Destaque igualmente para a sessão solene do 5 de Julho que decorreu na Assembleia Nacional. Na sessão, os partidos com assento parlamentar apontaram as suas prioridades para o novo ciclo político. O PAICV defendeu que o crescimento económico deve traduzir-se em melhores condições de vida, o MpD apelou à convergência em torno dos interesses nacionais e a UCID insistiu na necessidade de reformas para combater as desigualdades.Espaço também para as alterações climáticas e as seguradoras. O aumento da frequência e intensidade dos fenómenos climáticos extremos está a transformar profundamente o mercado segurador e a colocar um novo desafio a reguladores, empresas e governos: como garantir que famílias e empresas continuam protegidas quando os riscos se tornam mais frequentes e mais caros. A questão dominou a conferência promovida pelo Banco de Cabo Verde, no passado dia 1, sobre o papel dos seguros na gestão das alterações climáticas, onde responsáveis nacionais e internacionais defenderam que a adaptação deixou de ser uma opção para passar a constituir uma necessidade económica.Na Economia o destaque vai para as Contas Nacionais do INE. O Produto Interno Bruto (PIB) registou um crescimento real de 6,4% no primeiro trimestre de 2026, em comparação com o mesmo período do ano anterior, segundo as Estatísticas das Contas Nacionais divulgadas pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). O aumento foi impulsionado pelo consumo privado e pelo investimento. Na opinião há para ler os artigos de opinião ‘A oportunidade que não podemos deixar escapar’, escrito por Paulo Veiga. ‘Apeiron - Vasco ca ta li, ma el ta li...’ da autoria de Irlando Ferreira e ‘Nação em Catarse’ escrito por César Monteiro.

Edição 1284

Três empates na fase de grupos garantiram aos Tubarões Azuis o apuramento para a fase a eliminar da competição e só com muito esforço a Argentina conseguiu parar Cabo Verde. No domingo, com a chegada dos atletas à capital, a população saiu à rua e festejou.

Durante a semana o Primeiro-ministro entregou o Programa de Governo à Presidente da Assembleia Nacional. 

O documento, a que o Expresso das Ilhas teve acesso, traça a estratégia do governo para a governação a partir de 2026, assume como eixo central a chamada Agenda "Cabo Verde Para Todos", que combina a reforma do Estado, o reforço da Justiça e da Segurança, uma nova agenda económica e um pacote de políticas sociais com destaque para a educação e a saúde. Entre as prioridades anunciadas contam-se ainda medidas concretas para os transportes aéreos e marítimos, apontados como condição de coesão territorial para um país arquipelágico.

Para o líder parlamentar do MpD, Luís Carlos Silva, o Programa do Governo privilegia "a construção de uma narrativa política"; em detrimento da definição de prioridades e de soluções concretas para o país, defendendo que o documento deixa por esclarecer como serão financiadas e executadas as principais medidas anunciadas. Já o presidente da UCID, João Santos Luís, “trata-se de um programa ainda excessivamente declarativo, com muitas intenções e poucos compromissos quantificados”.

O PAICV, contactado pelo Expresso das Ilhas, remeteu a apreciação do Grupo Parlamentar do PAICV do Programa do Governo para uma data posterior.

Destaque igualmente para a sessão solene do 5 de Julho que decorreu na Assembleia Nacional. 

Na sessão, os partidos com assento parlamentar apontaram as suas prioridades para o novo ciclo político. O PAICV defendeu que o crescimento económico deve traduzir-se em melhores condições de vida, o MpD apelou à convergência em torno dos interesses nacionais e a UCID insistiu na necessidade de reformas para combater as desigualdades.

Espaço também para as alterações climáticas e as seguradoras. 

O aumento da frequência e intensidade dos fenómenos climáticos extremos está a transformar profundamente o mercado segurador e a colocar um novo desafio a reguladores, empresas e governos: como garantir que famílias e empresas continuam protegidas quando os riscos se tornam mais frequentes e mais caros. A questão dominou a conferência promovida pelo Banco de Cabo Verde, no passado dia 1, sobre o papel dos seguros na gestão das alterações climáticas, onde responsáveis nacionais e internacionais defenderam que a adaptação deixou de ser uma opção para passar a constituir uma necessidade económica.

Na Economia o destaque vai para as Contas Nacionais do INE. 

O Produto Interno Bruto (PIB) registou um crescimento real de 6,4% no primeiro trimestre de 2026, em comparação com o mesmo período do ano anterior, segundo as Estatísticas das Contas Nacionais divulgadas pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). O aumento foi impulsionado pelo consumo privado e pelo investimento. 

Na opinião há para ler os artigos de opinião ‘A oportunidade que não podemos deixar escapar’, escrito por Paulo Veiga. ‘Apeiron - Vasco ca ta li, ma el ta li...’ da autoria de Irlando Ferreira e ‘Nação em Catarse’ escrito por César Monteiro.