Hélio Sanches quer ser o candidato apoiado pelo MpD nas eleições presidenciais
“Manifestei a minha disponibilidade para me candidatar às próximas eleições presidenciais, e considero que estas eleições são muito importantes para o MpD e para Cabo Verde”, afirmou, em declarações à Inforpress, sublinhando que pretende avançar com o apoio do seu partido.Hélio Sanches referiu que já comunicou a sua intenção à direcção do MpD e aguarda uma decisão, tendo também mantido contactos com dirigentes e potenciais candidatos à liderança do partido, nomeadamente, Herménio Fernandes, Orlando Dias, Paulo Veiga e Luís Filipe Tavares.Segundo o candidato, houve abertura para discutir a estratégia da sua eventual candidatura, tendo assinalado que a sua intenção é contribuir para a unidade interna do MpD, que, na sua perspectiva, deve recuperar a coesão interna após os resultados eleitorais mais recentes.“Eu quero unir o MpD e unir Cabo Verde”, afirmou, considerando que o partido precisa reforçar o seu posicionamento no panorama político nacional.Relativamente às outras candidaturas internas, nomeadamente de Janine Lélis e Joana Rosa, Hélio Sanches disse que são pessoas do partido pelas quais tem muita consideração e estima, mas defendeu que deve haver coerência política no cumprimento dos mandatos.“Elas foram eleitas recentemente para serem deputadas da nação. E, portanto, eticamente não é correcto ser eleita há um mês atrás, e dentro de seis meses candidata para a Presidência da República. Acho que quando temos um compromisso com o nosso eleitor nós devemos cumprir esse compromisso”, considerou.Lembrou que quando se candidatou em 2021 para a Presidência da República, a primeira coisa que fez foi comunicar ao então presidente do partido, Ulisses Correia Silva, a sua indisponibilidade para fazer parte da lista dos deputados.“Portanto, em política temos que ser coerentes. E por isso eu considero que estou melhor posicionado, tendo em conta a minha ex-candidatura, as minhas ideias sobre a Presidência da República, que são ideias claras e actuais”, disse, acrescentando que só avançará com apoio do MpD.Hélio Sanches pretende ser um Presidente de todos os cabo-verdianos, com uma actuação baseada na união, no diálogo e na defesa dos interesses nacionais.Em 2021, o jurista concorreu como candidato independente às eleições presidenciais, tendo obtido 2.031 votos, correspondentes a 1,15% do total.Para além de Hélio Sanches, Joana Rosa e Janine Lélis, também o jurista Casimiro de Pina já manifestou a sua disponibilidade em se candidatar ao mais alto cargo da nação.
“Manifestei a minha disponibilidade para me candidatar às próximas eleições presidenciais, e considero que estas eleições são muito importantes para o MpD e para Cabo Verde”, afirmou, em declarações à Inforpress, sublinhando que pretende avançar com o apoio do seu partido.
Hélio Sanches referiu que já comunicou a sua intenção à direcção do MpD e aguarda uma decisão, tendo também mantido contactos com dirigentes e potenciais candidatos à liderança do partido, nomeadamente, Herménio Fernandes, Orlando Dias, Paulo Veiga e Luís Filipe Tavares.
Segundo o candidato, houve abertura para discutir a estratégia da sua eventual candidatura, tendo assinalado que a sua intenção é contribuir para a unidade interna do MpD, que, na sua perspectiva, deve recuperar a coesão interna após os resultados eleitorais mais recentes.
“Eu quero unir o MpD e unir Cabo Verde”, afirmou, considerando que o partido precisa reforçar o seu posicionamento no panorama político nacional.
Relativamente às outras candidaturas internas, nomeadamente de Janine Lélis e Joana Rosa, Hélio Sanches disse que são pessoas do partido pelas quais tem muita consideração e estima, mas defendeu que deve haver coerência política no cumprimento dos mandatos.
“Elas foram eleitas recentemente para serem deputadas da nação. E, portanto, eticamente não é correcto ser eleita há um mês atrás, e dentro de seis meses candidata para a Presidência da República. Acho que quando temos um compromisso com o nosso eleitor nós devemos cumprir esse compromisso”, considerou.
Lembrou que quando se candidatou em 2021 para a Presidência da República, a primeira coisa que fez foi comunicar ao então presidente do partido, Ulisses Correia Silva, a sua indisponibilidade para fazer parte da lista dos deputados.
“Portanto, em política temos que ser coerentes. E por isso eu considero que estou melhor posicionado, tendo em conta a minha ex-candidatura, as minhas ideias sobre a Presidência da República, que são ideias claras e actuais”, disse, acrescentando que só avançará com apoio do MpD.
Hélio Sanches pretende ser um Presidente de todos os cabo-verdianos, com uma actuação baseada na união, no diálogo e na defesa dos interesses nacionais.
Em 2021, o jurista concorreu como candidato independente às eleições presidenciais, tendo obtido 2.031 votos, correspondentes a 1,15% do total.
Para além de Hélio Sanches, Joana Rosa e Janine Lélis, também o jurista Casimiro de Pina já manifestou a sua disponibilidade em se candidatar ao mais alto cargo da nação.
