Movimentação de hóspedes nos estabelecimentos hoteleiros cresce 16,8% no 1º trimestrede 2026- INE
Segundo o INE, o número de hóspedes aumentou em 54.522 face ao primeiro trimestre de 2025, em 163.509 relativamente a 2023, ano marcado pela consolidação da retoma pós-pandémica, e em 145.936 quando comparado com o mesmo período de 2019, antes da pandemia de covid-19. Em termos percentuais, estes crescimentos correspondem, respectivamente, a 16,8%, 75,6% e 62,4%.Os resultados divulgados pelo INE revelaram que as dormidas também registaram uma evolução positiva, totalizando 1.725.684 no primeiro trimestre deste ano. Face ao período homólogo de 2025, verificou-se um aumento de 68.281 dormidas (+4,1%). Comparativamente a 2023, o acréscimo foi de 422.705 dormidas (+32,4%) e, em relação a 2019, de 323.710 (+23,1%).Os hotéis mantiveram-se como a principal tipologia de alojamento procurada pelos turistas, acolhendo 311.068 hóspedes, o equivalente a 81,9% do total das entradas, e concentrando 84,5% das dormidas. Os hotéis-apartamentos surgem na segunda posição, representando 10,2% dos hóspedes e 11,1% das dormidas.As restantes modalidades de alojamento tiveram um peso bastante inferior na procura turística. As residenciais receberam 3,9% dos hóspedes e concentraram 1,9% das dormidas. Seguiram-se os hotéis-residência, com 2,3% dos hóspedes e 1,2% das dormidas, os aldeamentos turísticos, com 0,8% dos hóspedes e 0,9% das dormidas, as pousadas, com 0,7% e 0,3%, respectivamente, e o alojamento complementar, que representou apenas 0,1% dos hóspedes e das dormidas.Os turistas estrangeiros continuaram a dominar a procura. Segundo o relatório, os não residentes representaram 95,5% das entradas e 97,6% das dormidas, enquanto os residentes em Cabo Verde corresponderam a 4,5% das entradas e apenas 2,4% das dormidas.Entre os mercados emissores, o Reino Unido voltou a liderar, com 92.433 hóspedes, o equivalente a 25,3% dos turistas estrangeiros, e 470.187 dormidas, correspondentes a 27,9% do total das dormidas realizadas por visitantes internacionais.A França ocupou a segunda posição, representando 13,6% dos hóspedes estrangeiros e 11,4% das dormidas, seguida de Portugal, com 10,6% dos hóspedes e 12,4% das dormidas. A Suécia contribuiu com 10,2% dos hóspedes e 7,6% das dormidas, a Alemanha com 9,7% e 10,5%, a Bélgica e os Países Baixos com 8,4% e 9,1%, a Itália com 3,2% e 4,0%, a Polónia com 3,0% e 4,2%, a Espanha com 2,9% e 2,0%, e a República Checa com 1,8% dos hóspedes e 2,2% das dormidas.A ilha do Sal continuou a concentrar a maior parte da actividade turística nacional, acolhendo 59,3% das entradas e 57,2% das dormidas registadas no país. A Boa Vista ocupou a segunda posição, com 19,9% das entradas e 32,3% das dormidas.Santiago recebeu 7,3% dos hóspedes e concentrou 3,7% das dormidas, seguindo-se São Vicente, com 6,4% das entradas e 3,2% das dormidas, e Santo Antão, com 5,8% das entradas e 2,6% das dormidas. As restantes ilhas representaram, em conjunto, 1,3% das entradas e 1,0% das dormidas.Apesar do aumento do número de turistas, os indicadores médios de permanência e ocupação registaram uma ligeira diminuição. A estadia média fixou-se em 4,5 noites, menos 0,5 noites do que no primeiro trimestre de 2025, quando era de 5,0 noites.A taxa média de ocupação-cama situou-se em 65%, menos um ponto percentual em comparação com os 66% registados no mesmo período do ano anterior.Os resultados do INE mostram, assim, que o sector turístico continua a crescer em número de visitantes e dormidas, consolidando a recuperação iniciada após a pandemia, embora com uma ligeira redução na duração média das estadias e na taxa de ocupação dos estabelecimentos hoteleiros.
Segundo o INE, o número de hóspedes aumentou em 54.522 face ao primeiro trimestre de 2025, em 163.509 relativamente a 2023, ano marcado pela consolidação da retoma pós-pandémica, e em 145.936 quando comparado com o mesmo período de 2019, antes da pandemia de covid-19. Em termos percentuais, estes crescimentos correspondem, respectivamente, a 16,8%, 75,6% e 62,4%.
Os resultados divulgados pelo INE revelaram que as dormidas também registaram uma evolução positiva, totalizando 1.725.684 no primeiro trimestre deste ano. Face ao período homólogo de 2025, verificou-se um aumento de 68.281 dormidas (+4,1%). Comparativamente a 2023, o acréscimo foi de 422.705 dormidas (+32,4%) e, em relação a 2019, de 323.710 (+23,1%).
Os hotéis mantiveram-se como a principal tipologia de alojamento procurada pelos turistas, acolhendo 311.068 hóspedes, o equivalente a 81,9% do total das entradas, e concentrando 84,5% das dormidas. Os hotéis-apartamentos surgem na segunda posição, representando 10,2% dos hóspedes e 11,1% das dormidas.
As restantes modalidades de alojamento tiveram um peso bastante inferior na procura turística. As residenciais receberam 3,9% dos hóspedes e concentraram 1,9% das dormidas. Seguiram-se os hotéis-residência, com 2,3% dos hóspedes e 1,2% das dormidas, os aldeamentos turísticos, com 0,8% dos hóspedes e 0,9% das dormidas, as pousadas, com 0,7% e 0,3%, respectivamente, e o alojamento complementar, que representou apenas 0,1% dos hóspedes e das dormidas.
Os turistas estrangeiros continuaram a dominar a procura. Segundo o relatório, os não residentes representaram 95,5% das entradas e 97,6% das dormidas, enquanto os residentes em Cabo Verde corresponderam a 4,5% das entradas e apenas 2,4% das dormidas.
Entre os mercados emissores, o Reino Unido voltou a liderar, com 92.433 hóspedes, o equivalente a 25,3% dos turistas estrangeiros, e 470.187 dormidas, correspondentes a 27,9% do total das dormidas realizadas por visitantes internacionais.
A França ocupou a segunda posição, representando 13,6% dos hóspedes estrangeiros e 11,4% das dormidas, seguida de Portugal, com 10,6% dos hóspedes e 12,4% das dormidas. A Suécia contribuiu com 10,2% dos hóspedes e 7,6% das dormidas, a Alemanha com 9,7% e 10,5%, a Bélgica e os Países Baixos com 8,4% e 9,1%, a Itália com 3,2% e 4,0%, a Polónia com 3,0% e 4,2%, a Espanha com 2,9% e 2,0%, e a República Checa com 1,8% dos hóspedes e 2,2% das dormidas.
A ilha do Sal continuou a concentrar a maior parte da actividade turística nacional, acolhendo 59,3% das entradas e 57,2% das dormidas registadas no país. A Boa Vista ocupou a segunda posição, com 19,9% das entradas e 32,3% das dormidas.
Santiago recebeu 7,3% dos hóspedes e concentrou 3,7% das dormidas, seguindo-se São Vicente, com 6,4% das entradas e 3,2% das dormidas, e Santo Antão, com 5,8% das entradas e 2,6% das dormidas. As restantes ilhas representaram, em conjunto, 1,3% das entradas e 1,0% das dormidas.
Apesar do aumento do número de turistas, os indicadores médios de permanência e ocupação registaram uma ligeira diminuição. A estadia média fixou-se em 4,5 noites, menos 0,5 noites do que no primeiro trimestre de 2025, quando era de 5,0 noites.
A taxa média de ocupação-cama situou-se em 65%, menos um ponto percentual em comparação com os 66% registados no mesmo período do ano anterior.
Os resultados do INE mostram, assim, que o sector turístico continua a crescer em número de visitantes e dormidas, consolidando a recuperação iniciada após a pandemia, embora com uma ligeira redução na duração média das estadias e na taxa de ocupação dos estabelecimentos hoteleiros.
