Justiça investiga jornalista que acusou Trump por suspeitas de perjúrio
Segundo uma fonte familiarizada com o caso, citada pela AP sob condição de anonimato, a investigação por suspeitas de perjúrio está a ser conduzida pelo Ministério Público Federal em Chicago.A mesma fonte indicou que o procurador-geral interino, Todd Blanche, não está envolvido na investigação devido ao facto de ter trabalhado anteriormente como advogado pessoal de Trump.A abertura da investigação representa o mais recente episódio de uma série de ações judiciais promovidas pelo Departamento de Justiça norte-americano contra figuras consideradas adversárias políticos do Presidente republicano.As iniciativas têm gerado críticas entre democratas e antigos responsáveis federais, que acusam a Casa Branca de instrumentalizar o sistema judicial contra opositores políticos.Carroll alegou que Trump a agrediu sexualmente em 1996, na loja Bergdorf Goodman, em Manhattan, em Nova Iorque, após um encontro casual que descreveu inicialmente como 'flirt'.Segundo a jornalista, Trump empurrou-a contra a parede de um provador, baixou-lhe as meias e forçou-a a ter relações sexuais.Trump sempre negou as acusações, classificando-as como uma "farsa inventada".Em 2023, um júri concluiu que Trump abusou sexualmente de Carroll e condenou-o ao pagamento de cinco milhões de dólares de indemnização.No ano seguinte, outro júri atribuiu à jornalista 83 milhões de dólares (mais de 70 milhões de euros) num processo por difamação relacionado com declarações e publicações de Trump nas redes sociais.No início deste mês, um tribunal decidiu que Trump não terá de pagar a indemnização enquanto o Supremo Tribunal dos EUA não decidir se aceita analisar o caso ou rejeita o recurso apresentado pelo Presidente.O Tribunal de Recurso do 2.º Circuito dos Estados Unidos autorizou Trump a adiar o pagamento, embora tenha exigido uma avultada caução para cobrir eventuais juros adicionais solicitados pelos advogados de Carroll.Foto: deposipthotos
Segundo uma fonte familiarizada com o caso, citada pela AP sob condição de anonimato, a investigação por suspeitas de perjúrio está a ser conduzida pelo Ministério Público Federal em Chicago.
A mesma fonte indicou que o procurador-geral interino, Todd Blanche, não está envolvido na investigação devido ao facto de ter trabalhado anteriormente como advogado pessoal de Trump.
A abertura da investigação representa o mais recente episódio de uma série de ações judiciais promovidas pelo Departamento de Justiça norte-americano contra figuras consideradas adversárias políticos do Presidente republicano.
As iniciativas têm gerado críticas entre democratas e antigos responsáveis federais, que acusam a Casa Branca de instrumentalizar o sistema judicial contra opositores políticos.
Carroll alegou que Trump a agrediu sexualmente em 1996, na loja Bergdorf Goodman, em Manhattan, em Nova Iorque, após um encontro casual que descreveu inicialmente como 'flirt'.
Segundo a jornalista, Trump empurrou-a contra a parede de um provador, baixou-lhe as meias e forçou-a a ter relações sexuais.
Trump sempre negou as acusações, classificando-as como uma "farsa inventada".
Em 2023, um júri concluiu que Trump abusou sexualmente de Carroll e condenou-o ao pagamento de cinco milhões de dólares de indemnização.
No ano seguinte, outro júri atribuiu à jornalista 83 milhões de dólares (mais de 70 milhões de euros) num processo por difamação relacionado com declarações e publicações de Trump nas redes sociais.
No início deste mês, um tribunal decidiu que Trump não terá de pagar a indemnização enquanto o Supremo Tribunal dos EUA não decidir se aceita analisar o caso ou rejeita o recurso apresentado pelo Presidente.
O Tribunal de Recurso do 2.º Circuito dos Estados Unidos autorizou Trump a adiar o pagamento, embora tenha exigido uma avultada caução para cobrir eventuais juros adicionais solicitados pelos advogados de Carroll.
Foto: deposipthotos