MV Hondius deverá chegar aos Países Baixos na segunda-feira após surto de hantavírus a bordo
O caso ganhou dimensão internacional após o Hondius permanecer vários dias ao largo do Porto da Praia, entre 3 e 6 de Maio, na sequência da identificação de passageiros com sintomas compatíveis com hantavírus. Durante esse período, Cabo Verde activou protocolos de emergência sanitária, envolvendo o Ministério da Saúde, o Instituto Nacional de Saúde Pública, a Protecção Civil, autoridades portuárias e organismos internacionais.Segundo informações divulgadas pelas autoridades cabo-verdianas, três passageiros foram evacuados por aviões-ambulância especializados para tratamento no exterior. Posteriormente, análises laboratoriais realizadas pelo Instituto Pasteur de Dakar confirmaram infecção recente por hantavírus Andes em dois dos pacientes evacuados. O Governo cabo-verdiano insistiu, desde o início, que não existia risco de transmissão comunitária no país, sublinhando que o vírus não apresenta o mesmo padrão de propagação de doenças respiratórias como a covid-19. Ainda assim, o episódio obrigou as autoridades nacionais a gerir uma operação complexa de vigilância epidemiológica e comunicação pública, num contexto de elevada atenção mediática internacional.De acordo com a Organização Mundial da Saúde, o navio transportava cerca de 149 pessoas de mais de duas dezenas de nacionalidades durante a expedição iniciada na América do Sul. A OMS considerou baixo o risco global associado ao episódio, embora tenha mantido acompanhamento contínuo da situação devido à raridade do vírus Andes e à possibilidade de transmissão entre humanos em contactos muito próximos.O MV Hondius, operado pela Oceanwide Expeditions, é um navio especializado em turismo de expedição polar, realizando itinerários científicos e de observação ambiental no Árctico, Antárctida e Atlântico Sul. Após a chegada a Roterdão, prevê-se que a embarcação seja sujeita a novos procedimentos de avaliação e acompanhamento pelas autoridades neerlandesas.
O caso ganhou dimensão internacional após o Hondius permanecer vários dias ao largo do Porto da Praia, entre 3 e 6 de Maio, na sequência da identificação de passageiros com sintomas compatíveis com hantavírus. Durante esse período, Cabo Verde activou protocolos de emergência sanitária, envolvendo o Ministério da Saúde, o Instituto Nacional de Saúde Pública, a Protecção Civil, autoridades portuárias e organismos internacionais.
Segundo informações divulgadas pelas autoridades cabo-verdianas, três passageiros foram evacuados por aviões-ambulância especializados para tratamento no exterior. Posteriormente, análises laboratoriais realizadas pelo Instituto Pasteur de Dakar confirmaram infecção recente por hantavírus Andes em dois dos pacientes evacuados.
O Governo cabo-verdiano insistiu, desde o início, que não existia risco de transmissão comunitária no país, sublinhando que o vírus não apresenta o mesmo padrão de propagação de doenças respiratórias como a covid-19. Ainda assim, o episódio obrigou as autoridades nacionais a gerir uma operação complexa de vigilância epidemiológica e comunicação pública, num contexto de elevada atenção mediática internacional.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde, o navio transportava cerca de 149 pessoas de mais de duas dezenas de nacionalidades durante a expedição iniciada na América do Sul. A OMS considerou baixo o risco global associado ao episódio, embora tenha mantido acompanhamento contínuo da situação devido à raridade do vírus Andes e à possibilidade de transmissão entre humanos em contactos muito próximos.
O MV Hondius, operado pela Oceanwide Expeditions, é um navio especializado em turismo de expedição polar, realizando itinerários científicos e de observação ambiental no Árctico, Antárctida e Atlântico Sul. Após a chegada a Roterdão, prevê-se que a embarcação seja sujeita a novos procedimentos de avaliação e acompanhamento pelas autoridades neerlandesas.